Pluribus (Vince Gilligan, 2025)
- Fernanda Franco

- 1 de jan.
- 1 min de leitura
Uma mulher se vê num mundo em que toda a complexidade humana foi substituída por uma mente unificada: uma espécie de vírus psíquico que infectou a humanidade determinando completamente os seus modos de estar na vida. Apartadas e sequestradas de suas emoções e singularidades, as pessoas passam a agir a partir dessa mente-central, numa pseudoexistência pacata e apática, sob uma aparente harmonia permanente. Nessa nova sociedade sem espaço para o conflito, para os ritmos e para as diferenças, reina uma apatia vestida de gentileza e cordialidade. No entanto, entre os poucos sobreviventes que restaram, uma escritora lésbica permanece interessada em descobrir como desgrudar essa cola e compreender como reverter os impactos de toda essa vigilância disfarçada de cuidado.





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