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Cinema com café



Vitória Régia (Denis Cisma, 2026)
Neste curta-metragem brasileiro, Alice Braga vive uma jornalista em um cenário distópico de totalitarismo e devastação ambiental extrema. Com falas e cenas impactantes, o filme funciona como um alerta sobre a urgência de estabelecermos relações reciprocamente vitalizantes, cuidando da potência de nossos territórios naturais. Quais ações ou movimentos (coletivos, individuais, mínimos), quais outras formas de andar no mundo romperiam com esse ciclo de predação que já está acont

Fernanda Franco


A Grande Inundação (Kim Byung-woo, 2025)
O que parece ser um filme sobre catástrofe ambiental, em que uma inundação global atinge a humanidade, devastando cidades inteiras, nos surpreende, no entanto, com novas possibilidades à medida em que o tempo vai passando. Assim, o foco da história não é necessariamente sobre como a humanidade vai acabar ou quando. Em vez disso, nos deparamos com questões mais complexas como a importância da memória e das experiências na nossa constituição humana; e da natureza de fluidez da

Fernanda Franco


Pluribus (Vince Gilligan, 2025)
Uma mulher se vê num mundo em que toda a complexidade humana foi substituída por uma mente unificada: uma espécie de vírus psíquico que infectou a humanidade determinando completamente os seus modos de estar na vida. Apartadas e sequestradas de suas emoções e singularidades, as pessoas passam a agir a partir dessa mente-central, numa pseudoexistência pacata e apática, sob uma aparente harmonia permanente. Nessa nova sociedade sem espaço para o conflito, para os ritmos e para

Fernanda Franco


Black Knight (Cho Ui-seok, 2023)
Num futuro empoeirado e devastado pela poluição, o acesso ao oxigênio torna-se um privilégio para poucos. Assim, esta série faz pensar sobre conflitos e cenários extremos bastante possíveis que poderiam ou podem se desdobrar, enquanto a espécie humana permanecer predando e vivendo segundo uma relação fundamentalmente utilitária com o mundo.

Fernanda Franco
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