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Cinema com café



Não Me Toque (Adina Pintilie, 2018)
Com uma linguagem incomum, este filme romeno acompanha as experimentações de uma mulher que deseja (re)aprender a se conectar e a construir intimidade com outros seres humanos. Para isto, ela busca profissionais que possam ajudá-la nesse processo, proporcionando-lhe experiências de expressão e liberação física e emocional. Ao longo do caminho, ela se depara com seus medos e anseios – que muitas vezes acontecem ao mesmo tempo – e com o paradoxo das máscaras sociais criadas ju

Fernanda Franco


Encontros e Desencontros (Sofia Coppola, 2003)
Uma jovem recém-formada em filosofia e um ator super famoso se conhecem em uma viagem ao Japão. E é nesse lugar de solidão e indeterminação que eles se encontram, de passagem , em pleno caos de Tóquio. O filme chega como uma celebração do acaso enquanto espaços que abrimos para olhar ao redor — e através dos quais nos conectamos a experiências e afetos que não podemos prever, organizar ou sequer imaginar. Pelo olhar sensível e sutil de Sofia Coppola, podemos nos lembrar que a

Fernanda Franco


Pluribus (Vince Gilligan, 2025)
Uma mulher se vê num mundo em que toda a complexidade humana foi substituída por uma mente unificada: uma espécie de vírus psíquico que infectou a humanidade determinando completamente os seus modos de estar na vida. Apartadas e sequestradas de suas emoções e singularidades, as pessoas passam a agir a partir dessa mente-central, numa pseudoexistência pacata e apática, sob uma aparente harmonia permanente. Nessa nova sociedade sem espaço para o conflito, para os ritmos e para

Fernanda Franco



Fernanda Franco


Simple Simon (Andreas Öhman, 2010)
Nesta comédia sueca, acompanhamos o olhar singular com que Simon compreende, encontra ou desencontra com o mundo. O filme retrata com bastante cuidado e senso de humor a vida interna de Simon, um rapaz dentro do espectro autista que tenta encontrar uma namorada perfeita para o irmão. Um retrato sensível sobre como as diferenças e singularidades da vida podem, muitas vezes, se compor de maneira lindamente inesperada.

Fernanda Franco


My Happy Family (Nana Ekvtimishvili, Simon Groß, 2017)
Todo corpo precisa de espaço para experimentar conexões, silêncios, fluxos. Neste filme belíssimo e cheio de poesia, uma mulher se desprende do asfixiante ambiente familiar para se experimentar de uma nova maneira no mundo. E só então, a partir desse novo lugar, conectar-se mais profundamente com o que traz sentido e vibração para sua existência.

Fernanda Franco


Gloria Bell (Sebastián Lelio, 2018)
Um filme sobre o encontro com a própria autenticidade que surge quando não limitamos nossa expressão à aprovação ou desaprovação do outro. Encontrar com isto que se move em nós a todo tempo e em cada instante, como quem mergulha em um rio em fluxo incessante. Um filme sobre a imensa e frágil coragem de se ouvir e de se permitir dançar ao seu modo, ou seja, ao modo que a vida se apresenta em você.

Fernanda Franco


Medianeras (Gustavo Taretto, 2011)
Pensar a cidade como uma analogia dos excessos, dos descuidos e aberrações arquitetônicas, mas também como um cenário afetivo rico de encontros. Pensar os afetos como tudo que adentra uma janela. Pensar os encontros a despeito dos descuidos. Pensar as forças que fazem dois corpos se encontrarem - ou não.

Fernanda Franco
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