Para Gabor Maté, o vício "é uma resposta a um sofrimento profundo". E é ao fundo do mar que este filme nos leva, junto à Rona, uma bióloga que só consegue lidar com a própria dor através do álcool. Com uma fotografia e um ritmo extremamente poéticos, o filme generosamente nos lembra de que assim como as ondas seriam uma respiração do oceano, nossas vidas também respiram idas e vindas, necessárias, desviantes e tantas vezes abismais – antes que possamos estar de um novo modo